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Toxina Botulínica

A toxina botulínica tipo A, é um potente paralisante muscular que revolucionou o campo da medicina estética e ainda tem mostrado eficácia no tratamento de inúmeros problemas de saúde.

 

Na medicina estética, ela é indicada para atenuar rugas, linhas de expressão e “pés de galinha”, que são marcas diretamente ligadas à movimentação da musculatura facial. Ao ser aplicada nas diferentes regiões da face, a toxina botulínica impede a transmissão do impulso elétrico entre o nervo e o músculo.

 

A aplicação é rápida, em média cinco minutos, e o procedimento é realizado com injeção de agulha extremamente fina, proporcionando pouca dor.

 

A paralisação do músculo onde a substância é aplicada ocorre após 48 horas, no entanto, se mantém por seis meses sem fazer com que o paciente perca a expressividade facial. Com o passar do tempo, o músculo volta a receber impulsos elétricos do nervo, configurando-se em novos quadros de rugas.

 

As contraindicações são poucas. Estão ligadas a doenças neurológicas, a alergias à substância, à gravidez e ao uso de algum medicamento antibiótico.

 

A toxina botulínica do tipo A é produzida pela bactéria Cloristridium botulinum, a mesma que provoca a doença do botulismo. Seu uso terapêutico começou após a Segunda Guerra Mundial, nos Estados Unidos.

 

Ao testar a substância na correção do estrabismo, o oftalmologista Alan Scott observou que a toxina paralisava alguns músculos do rosto. A partir de 1970, o FDA (Food and Drug Administration), órgão que regulamenta alimentos e medicamentos nos EUA, liberou seu uso experimental para um grupo de pesquisadores orientados por Scott, que comprovou a eficácia do produto em animais. Em 1978, foi aplicada em humanos e, em 1989, saiu o primeiro estudo demonstrando bons resultados no tratamento de blefaroespasmos.

 

No Brasil, a Anvisa autorizou a toxina botulínica para pesquisas em 1992, sendo que a liberação para venda comercial ocorreu em 2000.